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A mostrar mensagens de maio 22, 2016
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“(…) Brevíssimo panorama da música árabe actual. Países do Golfo (Arábia Saudita, Kuwait, Bahrain, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos). Nestes países existe uma grande identidade do ponto de vista musical. A par da música de extracção beduína, da religiosa, a de carácter popular começa agora a afirmar-se. A grande tradição é o canto colectivo com acompanhamento instrumental mais ou menos sóbrio e reduzido. As canções de trabalho, pesca e colheitas, ou os cantos guerreiros acompanhados, por vezes, com palmas e coreografados, são de uma grande beleza. Os do Kuwait em particular, pela sua dolência e lirismo, sugerem não raro a «respiração» do cante alentejano. (…)” In: “Arabesco da música Árabe e da Música Portuguesa”, de Adalberto Alves. Edição Assírio & Alvim. Outubro de 1989. Pág. 87. ADALBERTO ALVES (18 de Julho de 1939) é poeta, escritor, ensaísta, arabista, historiador, conferencista e jurista português. Foi premiado com o Prémio Internacional ...
TRATADO DO CANTE - Grupos Corais:
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Grupo Coral da Adega Cooperativa da Vidigueira, Cuba e Alvito Composto por 25 elementos. Participaram na quinta-feira passada (26/5/2016) no convívio dos participantes da "Escalada do Mendro", na Vidigueira, onde cantaram as seguintes modas: "Ora Viva" - ponto: José Luís; alto: Inácio. "Vidigueira tem bom vinho" - Pontos: José Arrojado e Manuel Bacalhau; Alto: Inácio. "Adeus ó Baixo Alentejo, adeus minha Vidigueira" - Pontos: José Arrojado e Manuel Bacalhau; Alto: Inácio. "Conde da Vidigueira" - Pontos: José Arrojado e Manuel Bacalhau; Alto: Inácio. Nota: Este Grupo estará nos Açores (Faial e Pico), de 1 a 4 de Julho de 2016, onde participará no Encontro de Folclore "Ilha Azul".
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"ABNEGAÇÃO DE UMA ALDEÃ (…) Ambos felizes e radiantes rodopiaram nos braços um do outro, cantaram umas décimas e repicaram as saias alentejanas obrigatórias nestes bailes (Entrudo). Quando atiraram ao ar o seu cantar mimosearam-se mutuamente com versos ternos, apaixonados, de derriço amoroso tão sólido e opulento como os sobreiros do campo onde ambos trabalhavam, regando a terra com o seu suor bendito, essa terra que os antepassados regaram com sangue libertador da independência alentejana. … É acusada de rude e muito seca de espírito a gente alentejana. É sem razão. O Alentejano é, até, bastante sensível, sentimental, amorudo. Bem o dizem as suas canções, dolentes exactamente por serem sentimentais; o seu falar lento, arrastado; os seus olhos profundos, mouros, sonhadores; os desenhos que gravam nos tarros e nas cornas, onde o coração aparece quase sempre como motive principal, o que também figura nos lenços de assoar e nas roupas que as raparigas bordam; nos barr...
TRATADO DO CANTE - Colóquios:
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““GÉNESE E EVOLUÇÃO DO CANTE ALENTEJANO” O Cante alentejano e o Gregoriano têm a mesma génese, a mesma raiz. É meu entendimento sobre o folclore cantado do Baixo Alentejo – origens e evolução – como tendo escrito em vários jornais, o seguinte: O Alentejo, em virtude da sua situação geográfica, foi das últimas regiões a ser conquistada aos mouros. Dadas as grandes extensões de terras, e pouca população, a sua divisão foi atribuída em regime de latifúndio, primeiramente às Ordens Militares de Santiago de Espada e de Aviz e, posteriormente às Ordens Monásticas. As primeiras tinham por finalidade a manutenção e defesa dos territórios conquistados, as segundas, o arroteamento das terras e a evangelização das populações que à volta dos conventos se iam aglomerando, formando freguesias. (…) O canto ocupava lugar de relevo na liturgia dentro dos conventos, mosteiros e também nos diversos lugares de culto que nas freguesias iam aparecendo. O que se ensinava e cantava não era já o Cantoc...
TRATADO DO CANTE - Almanaque:
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MINHA MÃE AMASSA O PÃO "(...) Minha mãe amassa o touro Correndo pela planura – Vindo do curro do forno, Esse pão ninguém segura. Minha mãe amassa o rio, Que é a sua mente inquieta – Comeu desse pão, sorriu, Seu filho ficou poeta. Minha mãe amassa o grande E o mais pequeno também – E o pão se encolhe e se expande, Ao sabor da minha mãe. (...)" de: António Simões.